quarta-feira

Taram!

Salivo por ti meu ardor
Paixão que tanto quis
A que sabor me soubeste meu amor
Se foi a ti que te encontrei quando mais ninguém me quis

Procuro nas palavras um caminho e acabo por mentir, não só a ti mas meu deus, a mim, que luta, que desassossego, não consigo encontrar calma e já só vejo os dedos. Não param!
Empenham furiosamente esta caneta agora sem dono, ai de mim que sem saber o que fazer procuro apenas conseguir compreender de onde me chega este escritor que tal como eu só procura ser verdadeiro, ser o próprio o senhor em todo o seu esplendor de tamanha de magnifica alma que não se apaga e que me diz sem pudor que dela não sou dono mas apenas o seu amor.

1 comentário:

Cátia disse...

já não vinha aqui há tanto tempo, é bom saber que continuas a escrever, e tão bem como antes =P
um beijo