quinta-feira

DRIM, DRUM, DRAM.

e então?

oh, sábio sabor do vento, tanta ilusão me trouxeste vinda lá do norte do rio, nada faz sentido, cuidado amor intransigente, acautela-te com tais palavras sorridentes, se chegam a sorrir com cara fechada que de bom podem trazer?

sem resposta lá vou eu, a galope, neste cavalo sem rédeas, desalvorado e louco neste mar de plantas efervescentes, loucura, loucura, possante loucura, perdida dinastia de Reis sedentos de açúcar, a canela já não favorece o paladar de tais línguas azuis, cruel o destino da canela que agora passou para o arroz, nada.

e é então, que ao sentir um leve toque no ombro me viro para trás, e tráus, um soco nas ventas como à muita não levava, nem vi bem de onde veio, parece-me que o individuou que me atacou foi lambido por uma vaca e gostou.

o despertador toca, e toca e toca e toca, acabo por acordar, queria tanto continuar a sonhar mas pronto, lá vou eu trabalhar.

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