quinta-feira

Internacional Situacionista

A 28 de Julho de 1957 surgiu numa vila Italiana chamada Cosio d'Arroscia (Liguria), uma fusão de várias tendências artísticas que se auto-definiam a vanguarda da época. Esta fusão (e mais tarde um movimento) incluía influências adicionais do movimento COBRA, dadaísmo, surrealismo e Fluxus. Foi inspirado pelo Conselho operário e pela Revolução Hungara de 1956.

O movimento criado chama-se "Internacional Situacionista" (IS), uma vertente da Anarquia. Dos membros mais famosos destaca-se Raul Vaneigen e Guy Debord. Vaneigen e Debord não eram propriamente amigos, tanto que mais tarde Vaneigen foi expulso da IS por Debord. Num livro publicado por Vaneigen em 1967, "A Arte de Viver para as Novas Gerações" , Vaneigen questionava todos os pilares da sociedade, a inversão da perspectiva foi sistematicamente exposta, tal como o momento em que a subversão constrói um novo mundo.

Debord foi muitas vezes descrito como aquele que deu clareza intelectual ao movimento, mas para muitos, ele era considerado um ditador que controlava a escolha dos membros e o desenvolvimento do grupo. Era um bom escritor, outros diziam que era apenas um pensador secundário, mas partilhavam todos da mesma opinião, de que Debord foi um grande activista politico.

A IS, via como propósito a redefinição radical do papel da arte no século 20, os situacionistas tinham um ponto de vista dialéctico e assumiam a tarefa de "superar" a arte, abolindo a noção da mesma como uma actividade especializada e separada transformando-a naquilo que seria parte da construção da vida quotidiana. Para os situacionistas, a arte ou era revolucionária ou não era nada.



"O espectáculo não é uma colecção de imagens, mas uma relação social entre pessoas intermediada por imagens... O espectáculo no geral, como uma concreta inversão da vida, é um movimento autónomo daquele que não vive... O mentiroso mentiu para si mesmo" - Guy Debord

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Por esta altura, a maioria de vocês deve estar a bocejar, e muito provavelmente estão a pensar precisamente o mesmo que pensam nas aulas de matemática: "Isto não me vai ajudar quando eu for adulto e precisar de arranjar um emprego"

A verdade - e para ser muito sincero - é que não. Não, nada do que acabaram de ler vai ajudar-vos a arranjar um emprego quando forem adultos, muito menos se se aplicarem para o macdonalds e durante a entrevista disserem: "Ah, mas eu sei quem foi o Guy Debord!" , o mais certo é que a resposta do outro lado seja: "Pois, mas não tens aptidões para fritar um hamburger" (WOW!) .

A conclusão a que eu quero chegar é muito simples: saber nunca é demais. Eu também não sei muita coisa, mas interesso-me por tudo, embora não saiba nem metade.

Embora isso não me garanta um posto de trabalho no macdonalds, garante-me no entanto uma certa felicidade ao saber que embora não possa fritar hamburguers, consigo argumentar seja com quem for, qual seja o assunto. Ignorante não é aquele que não sabe, é aquele que não quer saber. Eu não sei, mas ao menos dou-me ao trabalho de questionar.









Tomem o exemplo da BELLLLISSSSIMAAA Natalie Portman. É linda, é famosa, tem um corpo completamente (AAAAAAAAH) espectacular. É capaz de ser das poucas actrizes que usou a cabeça para subir na vida. Enquanto a maioria as usou para os flácios, ela formou-se em Harvard com um bachalerato em psicologia.



Foto: http://www.amazon.com/
Informações retiradas da Wikipedia

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